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Brasileiro é o primeiro estudante da U-M a receber prestigiosa bolsa de estudos na China

December 6, 2018
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O estudante brasileiro Eduardo Batista, da Universidade de Michigan, foi selecionado como bolsista do Programa Schwarzman Scholars.

O estudante brasileiro Eduardo Batista, da Universidade de Michigan, foi selecionado como bolsista do Programa Schwarzman Scholars.

ANN ARBOR—O estudante Eduardo Batista, da Universidade de Michigan, foi selecionado como bolsista do Programa Schwarzman Scholars e fará um programa de mestrado de um ano na Universidade de Tsinghua, em Pequim, no ano que vem. É a primeira vez que um estudante de Michigan é selecionado pelo programa que envia jovens líderes de todo o mundo para a China.

De 2.800 candidatos de todo o mundo, 147 ganharam a bolsa, que é destinada a preparar futuros líderes mundiais para enfrentar os desafios geopolíticos do século 21 e explorar os fatores econômicos, políticos e culturais que colocaram a China como uma potência global.

A turma de 2020, anunciada esta semana, inclui estudantes de 38 países e 119 universidades. Batista é brasileiro e estudante da Escola de Negócios Ross da U-M.

Eduardo Batista

Eduardo Batista

“Estou muito feliz em fazer parte deste grupo seleto de profissionais”, disse Batista. “Sempre me interessei em conhecer melhor e mais profundamente a China, por causa de sua influência no Brasil, nos Estados Unidos e no mundo. Essa experiência será muito importante para minha formação.”

A bolsa de estudos é uma das mais seletivas do mundo. A U-M teve finalistas nos últimos três anos, quando o programa foi criado, mas Batista é o primeiro aluno de U-M a ser selecionado como bolsista da Schwarzman Scholar.

De acordo com Henry Dyson, diretor do Escritório Nacional de Bolsas de Estudo e Bolsas, que o aconselhou durante o processo de aplicação, a formação dupla na U-M o está preparando para uma futura carreira de liderança na política brasileira e essa bolsa é perfeita para seus objetivos profissionais.

“Ele tem uma visão inspiradora e as habilidades/características necessárias para torná-la realidade,” disse Dyson. “O programa Schwarzman Scholars e a orientação dentro desta rede serão um enorme impulso nos seus projetos futuros.”

Durante o programa, o estudante de vinte e dois anos focará em questões globais e políticas públicas. “Eu quero ser o prefeito de São Paulo, a cidade em que nasci e a maior metrópole da América do Sul”, disse Batista. “Espero que eu aprenda muito com os chineses e como eles estão trabalhando para se tornar uma força econômica global. No futuro, quero aplicar todo esse conhecimento em São Paulo. A cidade tem um tremendo potencial que ainda não foi explorado.”

No campus da U-M, Batista serviu como o mais jovem presidente de um grupo de consultoria de estratégia liderado por estudantes criado para servir seu único cliente: a Universidade de Michigan. Por dois anos, ele foi o vice-presidente de orientação da Student Life, apoiando as decisões políticas que impactam o campus, como a Iniciativa Diversidade, Equidade e Inclusão. “Estive envolvido em muitas atividades diferentes no campus. E todos elas me prepararam para viver este momento,” disse ele.

Batista enfatizou que sua experiência como estudante internacional na U-M também lhe deu uma nova perspectiva sobre a política e a cultura do Brasil. É por isso que ele decidiu pesquisar o papel da confiança e da corrupção nas sociedades democráticas para sua tese na Ross School of Business.

“Acredito que todos os meus passos estão me preparando para uma carreira política no Brasil,” disse ele. “E durante essa bolsa de estudos, espero criar uma rede de relacionamento com esses futuros líderes globais. Vamos compartilhar um elo comum do programa e talvez possamos colaborar e ajudar uns aos outros em projetos futuros.”

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